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17 de Junho de 2008

Conexão Paris - Vila Madalena


É um café? É um bistrot? É uma boulangerie? É uma patisserie? A Deli Paris é um lugar muito gostoso que tem um pouco disso tudo. Num ambiente, que sempre é pequeno para tamanha demanda. A solução é levar para viagem. Entre todas as hipóteses anteriores eu fico com a boulangerie, achei os pães bem gostosos. Trouxe vários para casa:

Pão Francês - diferente do das nossas padarias, casca mais grossa e menos miolo
Pão de Nozes - tem nozes meesssmooo! Achei bom demais!
Croissant - como os franceses, ele é mais amanteigado. Francês ama uma manteiga!
Croissant de amêndoas com chocolate - uma delícia! Melhor comer ele de sobremesa
Pão Campanhe – feito com 3 farinhas: branca, centeio e integral
Pão de Milho -gostoso, com bastante erva-doce
Carolinas de Queijo - quentinhas são o que há!

Deli Paris

25 de Abril de 2008

Com vocês a Villa do Grão!!!


Essa casquinha de ovo de chocolate é recheada de mousses de chocolate ao leite e branco e o moranguinho faz com que seu caldo escorra para as mousses


A Villa Grano é uma super padaria que funciona 24 horas no coração de um bairro que eu amo de paixão aqui em Sampa: a Vila Madalena. É um verdadeiro shopping de comida non stop. Que tem vários ambientes recheados de tentações que falam fundo na alma de qualquer ser vivente. Tem a parte de padaria, doçaria, balcão pra petiscos rápidos, mesas pra comer com calma, um mercadinho de tentações, enfim dá pra se perder nesse playground gourmet. Ao invés de fotografar pães eu queria muito provocar gritos alucinados nesse blog, então pedi para a Cris clickar esses dois docinhos de chocolate. Podem gritar!!!!

Esse tipo de Dan Top vem recheado de marshmallow e sua base é uma tartelette de chocolate. No topo um meio bombom e casquinha de biju prá rebater

25 de Novembro de 2007

Fui na PAO

Cake aux Olives (foto Cris Paz)
Não pessoal no título desse post eu não errei na concordância. Também não virei a dona Armênia que queria "os predinhos do Paulista na chon". Realmente eu fui na PAO - Padaria Artesanal Orgânica que abriu há pouco tempo na Rua Bela Cintra nos Jardins.

O lugar é um charme deliciosamente apertado com um balcão pequeno, 3 mesas que só tem duas cadeiras que estão sempre ocupadas. Peça o que quer comer - vai ser duro escolher entre tanta coisa boa. Eles colocam no saquinho e você come andando pelos Jardins para queimar as calorias.
Gougère (foto Cris Paz)
Andar por esse chique/esnobe bairro paulistano é divertido. Tem uma mulher que circula com um porco na coleira (eu disse porco!!!!!) é esse o bicho de estimação dela. O suíno é uma graça e muito higiênico, viu! Tem também várias pessoas do Planeta Plástico que desfilam por lá. É!!!! Encontrei uma dona atravessando a rua (não vou arriscar a idade porque os milagres da medicina não permitem mais essa advinhação) só sei que, não sei como, ela conseguiu deixar a cor da pele igual a do cabelo. Quando ela virava o rosto, parecia que a cara e o cabelo eram uma coisa feita em chapa única. Não disse que era divertido andar por lá!

Pudim de Pão com Frutas Vermelhas (foto Cris Paz)

Voltando à PAO só tenho uma coisa a dizer: É tudo de bom e mais um pouco. Vou ser uma pessoa repetitiva e voltar mais vezes pra provar de tudo que tem lá.

Deixo-os babando com as fotos e digo: esse pão com azeitonas é bom, o Gougère (tipo de pão de queijo francês com tomilho) é bom e o Pudim de Pão com Frutas Vermelhas é bom. Ou seja, sem querer ser repetitivo: É tudo de bom!!!!!!!

Preste bem atenção! Aberta apenas de terça a sábado das 10 às 19 hs
www.padariaartesanal.org

19 de Setembro de 2007

A Padaria do Japonês não é de esquina e nem permite tirar Foto!!!!!!

Sim, meus amigos isso é um jogo de erros! Por favor, apontem as incoerências da frase do título do post. Pensem bem e anotem num papelzinho. Pensaram? Anotaram? Ótimo! Vamos lá. Analisando a frase (não sintática e nem morfologicamente porque eu já fugi da escola há muito tempo).

1ª Parte: “Na Padaria do Japonês...”. Padaria do Japonês? Há aqui um conflito claro de colônias. É como se eu visse o seu Manuel por trás do balcão de sushi.

2ª Parte: “...não é de esquina...”. Desde pequenininho todas as padarias que conheço são de esquina. Qual o motivo? Porque não no meio do quarteirão? Na casa 2, talvez?

3ª Parte: “...e nem permite tirar Foto!!!!!!”. Se São José fosse japonês, teríamos fotos do Menino Jesus, da gruta, dos três Reis Magos, das vaquinhas do presépio, do feno, da estrela cadente e até de um pessoal que sem querer na hora estava passando por lá e também aproveitou para tirar a foto: São José, Maria e Menino Jesus.

Meu Deus! Será que enlouqueci! A gente nasce e crê em alguns pilares como se fossem inabaláveis e de repente tudo desmorona: a padaria é do japonês, fica no meio do quarteirão e ainda por cima - No photos!

Mas, a Bakery Itiriki (esse é o nome da padaria, não esperavam que fosse Santa ou São alguma coisa, não é?) que fica no bairro da Liberdade é uma delícia! Os pães ficam todos expostos em bandejas de vime, para serem apanhados com pinças gigantes pela imensa fila que percorre as prateleiras.

Fora o espetáculo visual, a variedade impressiona e a textura levíssima também. Acho que não sovam os pães, aplicam neles os mais precisos golpes de todas as artes marciais. Entre algumas novidades: há o karê pan, com sabor marcante, massa macia, casca com um toque crocante e recheio que leva frango, legumes e molho de curry.

Agora já sabe, quando for até o bairro paulistano da Liberdade desça até o 24 da Rua dos Estudantes (bem no meio do quarteirão), entre na padaria do japonês e grave mentalmente aquele desfile de pães, porque....











3 de Julho de 2007

Teatro com Padoca









O teatro é uma grande paixão. Há quase 20 anos eu convivo com ele. Dirigindo, escrevendo, produzindo, atuando. Não, eu não vivo de teatro! E quem vive? Para exercitar esse prazer profissionalmente preciso encará-lo como hobby. Mas não faz mal, o teatro em mim é tão vivo que me emociona a cada trabalho que eu faço ou assisto (os bons, é claro!). E fomos eu e a Cris no sábado ao teatro Vivo para assistir a estréia da peça “A Graça da Vida” da autora nova-iorquina Trish Vradenburg com Nathalia Timberg e Graziella Moretto nos papéis principais e Aimar Labaki na sublime direção.

O texto é uma comédia brilhante e tivemos a felicidade de conhecer a autora que se sentou bem atrás de nós. E como Trish estava emocionada! Pudera! Todos nós na platéia estávamos, entre risos e lágrimas, com a genial atuação de Nathalia na pele da mãe que sofre de Alzheimer e de Graziella representando a filha, uma bem-sucedida roteirista de TV. A doença aproxima as duas e muita água rola por debaixo dessa ponte. Mas pera aí Ale, você disse que era comédia? E é! É a comédia da vida! Onde somos obrigados a conviver com as tragédias e por vezes até rir delas para sobreviver em meio ao sofrimento. A Cris vai escrever mais sobre a peça, falar das atrizes e da autora quem tiver curiosidade acesse o Ah! Tá...tudo bem...

Quanto à Padoca, nada melhor do que sair do teatro e passar pela padaria, no meu caso a Dona Dêola que é pertinho da minha casa. Uma padaria 24 hs, bem completa em que você pode encontrar de tudo, do bufê completo a um simples lanche, ou o que mais lhe der na telha. É engraçado como tenho uma conexão afetiva com a Dona Dêola, geralmente quando saio do teatro e acho que é tarde para uma refeição mais pesada, corro pra lá e peço o meu sanduíche de queijo Minas com peito de peru tudo quentinho na chapa e dentro da ciabatta. Parece que só assim o passeio fica completo, a alma lavada e o corpo aquecido.